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Mães atípicas: quem cuida também precisa ser cuidada

Mães atípicas: quem cuida também precisa ser cuidada
Imagem da publicação original · Marcelo MM

Marcelo MM afirma reconhecer a sobrecarga enfrentada por mães e cuidadoras e defende a importância de acolhimento, rede de apoio e políticas públicas

Ser mãe já envolve desafios, responsabilidades e escolhas diárias. Quando a maternidade exige cuidados contínuos relacionados a deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento, doenças raras ou outras necessidades específicas, a rotina pode se tornar ainda mais intensa.

É nesse contexto que ganha força a discussão sobre as mães atípicas — mulheres que, muitas vezes, assumem grande parte das responsabilidades relacionadas ao cuidado, acompanhamento médico, terapias, escola, alimentação, rotina e defesa dos direitos dos filhos.

Marcelo MM afirma ter consciência dessa realidade e manifesta seu apoio às mães atípicas, destacando que cuidar de uma criança que precisa de atenção especializada também exige uma rede de cuidado para quem está ao lado dela todos os dias.

Uma rotina que vai muito além da maternidade

A realidade das mães atípicas pode envolver consultas, terapias, avaliações, reuniões escolares, busca por profissionais especializados e acompanhamento permanente.

Em muitos casos, essas responsabilidades se acumulam com as tarefas domésticas e profissionais.

A própria Política Nacional de Cuidados reconhece que o trabalho de cuidado não remunerado recai de maneira desproporcional sobre as mulheres e pode comprometer sua saúde, autonomia econômica, educação e participação no mercado de trabalho.

Estudos e debates públicos também apontam que mães de crianças com deficiência podem enfrentar restrições sociais, dificuldades financeiras, mudanças na dinâmica familiar e desgaste emocional decorrentes da sobrecarga do cuidado.

Quem cuida também precisa de apoio

Uma das principais mensagens relacionadas à causa é justamente essa: não basta cuidar somente da criança; é necessário olhar também para quem cuida.

O Ministério da Saúde anunciou, em agosto de 2026, uma iniciativa que disponibiliza até 100 mil teleatendimentos mensais de saúde mental para mulheres em situação de violência e mães atípicas, incluindo familiares que cuidam de pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento ou doenças raras.

A iniciativa reconhece dificuldades como falta de tempo, distância e problemas de deslocamento, que podem impedir essas mulheres de buscar atendimento para si próprias.

Acolhimento, informação e rede de apoio

Para Marcelo MM, apoiar as mães atípicas significa reconhecer que elas não devem enfrentar essa jornada sozinhas.

Uma rede de apoio pode envolver família, profissionais de saúde, escolas, assistência social, comunidade e poder público.

Também é fundamental garantir informação para que essas mães conheçam os direitos dos filhos e saibam onde buscar atendimento e orientação.

A Política Nacional de Cuidados estabelece justamente a necessidade de reconhecer e apoiar quem exerce cuidado não remunerado, além de promover a corresponsabilização entre famílias, comunidade, Estado e sociedade.

A importância do autocuidado

Falar sobre mães atípicas também significa falar sobre o direito dessas mulheres de cuidarem de si mesmas.

A rotina intensa pode fazer com que suas próprias necessidades sejam colocadas sempre em segundo plano.

O debate atual sobre políticas para mães atípicas vem destacando justamente a necessidade de acolhimento psicossocial, prevenção de problemas de saúde mental, informação sobre direitos, fortalecimento da autonomia e criação de espaços de convivência e apoio.

Cuidar de si não significa deixar de cuidar dos filhos.

Significa reconhecer que a mãe também precisa estar bem para conseguir sustentar uma rotina de cuidados que muitas vezes é permanente.

Uma causa que precisa de visibilidade

A maternidade atípica não deve ser tratada apenas como uma questão individual de cada família.

É também uma questão social.

Quando uma mãe precisa interromper o trabalho para acompanhar o filho, enfrenta dificuldades para conseguir terapias, passa horas em deslocamentos ou não encontra uma rede de apoio, existem questões estruturais que precisam ser discutidas.

Por isso, dar visibilidade às mães atípicas significa também falar sobre saúde, educação, inclusão, acessibilidade, assistência social, trabalho e direitos.

Marcelo MM e o compromisso de apoiar quem cuida

Marcelo MM afirma que sua posição é de apoio às mães atípicas e de reconhecimento da responsabilidade que essas mulheres carregam diariamente.

A proposta apresentada está alinhada ao conceito que vem sendo associado à sua comunicação: “Cuidando de quem cuida.”

Mais do que uma frase, o tema coloca em evidência uma necessidade real: construir uma sociedade na qual mães e cuidadoras tenham acesso a informação, acolhimento, serviços e uma rede capaz de dividir responsabilidades.

Porque uma criança precisa de cuidado, mas a pessoa que cuida também precisa ser cuidada.

MARCELO MM – CANDIDATO A DEPUTADO ESTADUAL – CNPJ 68.455.608/0001-44

Publicado originalmente pelo Portal Marcelo MM.
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